sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
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Maravilha! Eu não me surpreendo mais com minha família estampando na testa que me acha insuportável e ridícula, tampando os ouvidos quando fala e me xingando de tudo quanto é nome. Bem, o importante é não entrar na depressão.
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No momento estou feliz e tenho medo de que essa felicidade seja porque ando sonhando demais. Sonhando com um futuro que estou começando a achar que não me pertence. Mais bem, no momento estou feliz.
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Estou esperando a vida vir com suas surpresas, mas, por enquanto, me contento com a monotonia que parece que me persegue desde que me entendo por gente.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Querendo.
Estou tentando descobrir o que há dentro de mim além de órgãos em um estado duvidoso. Eu espero que aja algo como luz amor e felicidade, porque eu acho isso bonito. Quero ler os pensamentos presos na minha cabeça, que não saem para ninguém, quero deixar mais solto o que esta apertado, quero poder sorrir espontaneamente a toda hora. Quero amar loucamente como nunca amei. Quero sentir o que nunca pude sentir por estar fria demais. Eu sei que tem mais.
domingo, 1 de janeiro de 2012
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Meu pai.
Hoje quis ter meu pai junto de mim e lembrei que não era possível. Então eu não senti saudades, porque achei que esse sentimento devastador não era grande e forte o bastante para o que eu estava sentindo. Eu estava sentindo mais que a falta dele. Era como se estivessem comprimindo meu coração e minha mente. Percebi sim que não havia me acostumado com a dor que inevitavelmente iria me acompanhar pro resto da vida. Um pedaço de mim que havia sido levado. Era menos ar, menos luz.Mas, o que me conforta é saber que há amor em toda a parte de mim, em cada célula. E esse amor vai durar para sempre.
Clauderim de Paula Rocha, meu pai.
sábado, 24 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Para amor.

De repente eu não consigo mais tirar você da cabeça. Minha mente só pensa em você, e quando não pensa, não pensa em mais nada. São suspiros e sorrisos bobos ao te ver, é desejo de te ter. Vontade de não sair do seu abraço, de colar os lábios aos seus. Procuro uma explicação plausível para isso, mas só acho que é um amor infinito, tão grande que não cabe em mim, nem em uma pessoa de 2 m. Mais forte que um lutador de MMA, mais perfeito que a própria perfeição. É amor, é sem explicação.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
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